sexta-feira, 12 de agosto de 2011

PF flagra francesa com 5,2 kg de cocaína no aeroporto Augusto Severo

Da redação do DIARIODENATAL.COM.BR

 (Divulgação PF)
A Polícia Federal prendeu na madrugada desta sexta-feira (12), no aeroporto internacional de Parnamirim/RN, na Grande Natal, uma operadora de telemarketing francesa, 24 anos, que transportava 5,2 kg de cocaína em sua bagagem. Ela estava embarcando em um voo para Lisboa, Portugal.

A ação aconteceu quando os policiais federais, em trabalho de rotina, entrevistavam a estrangeira. A bagagem da mulher foi submetida ao aparelho de raios X quando apresentou uma coloração diferenciada. Era cocaína e estava escondida dentro de dois grandes invólucros plásticos nas laterais externas de duas malas.

 (Divulgação PF)
A acusada, que reside em Marseille, França, foi levada para autuação na Superintendência da PF e declarou que foi contratada em seu país por um “homem desconhecido” para se deslocar até Natal e aqui pegar a droga, que deveria ser entregue na cidade de Bamako, capital do Mali, na África. A suspeita disse ainda que recebeu a cocaína das mãos de um homem, que também não conhece, já devidamente camuflada nas malas  em um hotel da praia de Ponta Negra, na zona sul de Natal.

Se tivesse chegado ao destino com a droga ela afirmou que receberia 10 mil euros de gratificação. Indiciada por tráfico internacional de drogas e, após submetida a exame de corpo de delito, a francesa, que possui antecedentes criminais e estava proibida de deixar o seu país, encontra-se custodiada nas dependências da PF. Durante esta sexta-feira será transferida para o Centro de Detenção Provisória de Parnamirim, onde deverá permanecer à disposição da Justiça.

Esta foi a maior apreensão de cocaína feita pela PF este ano no aeroporto Augusto Severo. Somente naquele terminal de passageiros, aproximadamente 10 kg da droga já foram apreendidos e cinco pessoas presas em flagrante, todas estrangeiras.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

PMs de Currais Novos ficam sem "refeições" Cmt faz desabafo e diz que vai pedir exoneração

 Comandante afirma que Policiais de Currais Novos tem que almoçar e jantar em casa

O Major Edilson que atualmente responde pelo comando da 3ª Companhia Independente de Policia Militar da cidade de Currais Novos concedeu entrevista a imprensa de Currais Novos e afirmou que deverá pedir exoneração do cargo que ocupa naquela unidade de Policia.

O Major Edilson relatou os problemas que a companhia vem enfrentando e disse ainda que a Policia Militar de Currais Novos contava com a ajuda dos Bancos da cidade para se sustentar e desde que a operação Batalhão Mall em Assu foi deflagrada essa ajuda foi suspensa devido as restrições judiciais impostas.

O Comandante disse que tentou viabilizar junto com o comando geral da PM um convênio com as agências bancárias de Currais Novos mais isso não foi possível e como a 3º CIPM não tem verbas vem enfrentando dificuldades para realizar um trabalho ostensivo de qualidade.

"Muitos comandantes do interior não falam, ficam calados, mais a gente tem que mostrar a realidade para não ser responsabilizado por atos de A e B". afirmou o major Edilson.

Ele continuou o seu desabafo e disse " Se quiser me tirar que me tire, não tem problema, eu estou para trabalhar na Policia Militar, pois são 25 anos de dedicação, onde cheguei como soldado, passei por Cabo, Sargento e segui uma carreira muita luta muito sacrifício e não devo nada a ninguém, devo só a sociedade e a Deus, porque trabalho pra ela e ninguém me deu favor pessoal para eu chegar onde eu cheguei".

Em um tom de preocupação do comandante tambem anunciou que uma redução no efetivo de serviço ostensivo e disse que o resultado disso já está sendo sentido com ações criminosas que vem sendo registradas.

"Muitas vezes os Policiais tem que almoçar e até jantar em casa, e no momento de um ocorrência se o motorista tiver em casa a viatura tem que ficar parada" . exclamou o major Edilson.

O Major Edilson tem uma longa ficha de serviços prestados a sociedade potiguar, estando na corporação desde 1986, já tendo comandado, o CPM do 4°BPM, Rádio Patrulha do 4°BPM, Companhia da guarda da penitenciária João Chaves, Rádio Patrulha do 5° BPM, 3ª CIPM, 1°DPRE, 2°DPRE, 3°DPRE, 5°GPRE e subcomandante do CEFAP e novamente 3ª CIPM desta vez como comandante.

O SOLDADO MOURA NÃO RESISTIU E FALECEU ESTA TARDE


Infelizmente chegou a triste notícia que o milagre não veio, o Soldado Moura não resistiu e faleceu esta tarde no IJF em Fortaleza. Os policiais militares do Rio Grande do Norte estão de luto pela partida de mais um companheiro, que somente tentou evitar que uma covardia acontecesse e foi vítima dessa covardia de alguns bandidos.

João Paulo de Moura teve morte cerebral e a família e os amigos esperavam um milagre. Que Deus o guarde em um bom lugar ao seu lado. Que Deus possa confortar sua família e que todos saibam que isso jamais será esquecido.

NINGUÉM MORRE ENQUANTO VIVE NO CORAÇÃO DE ALGUÉM.

O ÚLTIMO JUGAMENTO DE UM POLICIAL




O policial apresenta-se diante de Deus, pronto para a última inspeção pela qual teria que passar.
 
Disse Deus:

- Um passo a frente, policial, como deverei julgá-lo? Fostes fiel à igreja? Destes o outro lado de sua face àquele que te ofendeste? Abençoastes teu irmão?

O policial, na posição de sentido, respondeu:

- Não, Senhor! Nós policiais nem sempre podemos exteriorizar nossos sentimentos. Na maioria do domingos estive cumprindo alguma escala e, por isso, não pude ir à igreja; muitas vezes afastei-me também de minha família. Algumas vezes precisei ser duro e até mesmo violento, mas entenda, Senhor, meu mundo é muito difícil, melindroso. Nunca peguei um tostão que por direito não fosse meu. Chorei por problemas que não eram meus e por pessoas que sequer me conheciam, mas o choro foi de emoção e de gratidão, pois queria um mundo melhor para todos, sem distinção. Senhor Deus, és Pai, e sei que me perdoas. Reconheço que não mereço estar na Sua glória, pois errei muito, mas se tiveres um lugar para mim, agradeço de coração. Luxo não preciso, não. E, caso não haja lugar para mim, saberei entender Sua vontade. Antes de Sua decisão, amado Deus, rogo para que vigies com carinho e cuidado aqueles que lá deixei, pois são pessoas que amo e que não mais poderei proteger.

Um silêncio paira no ar.

O policial, resignado, prostra-se aguardando o veredicto do Senhor, que diz:

- Teu corpo me serviu de alma e coração… amor, sentimento e dedicação. Fostes escudo para o teu próximo. Viveu em prol da vida. Portanto, vá e anda em paz pelo paraíso. O inferno já foi tua missão.

Polícia prende 20 pessoas em operação de combate ao tráfico

Uma operação de combate ao tráfico de drogas deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta quinta-feira, 11, prendeu 20 pessoas na cidade de Caicó, região Seridó do Rio Grande do Norte. Denominada de "Conexão", a ação da polícia ainda está ocorrendo e pode deter mais suspeitos. No total, foram expedidos 28 mandados de prisão preventiva e temporária, além de mandados de busca e apreensão.

Contando com aproximadamente 120 agentes, a Operação Conexão teve início nas primeiras horas da manhã. Cidades vizinhas a Caicó também tiveram a presença de policiais para a realização das prisões. As investigações do caso tiveram início há cinco meses pela Divisão Especializada de Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor). Hoje, o setor operacional da Delegacia Geral de Polícia (Degepol) prestou apoio aos agentes da Deicor no cumprimento dos mandados.

De acordo com o delegado José Carlos Oliveira, que está à frente do policiamento interiorano, os depoimentos colhidos e a investigação realizada por cerca de cinco meses permitiram a identificação de criminosos na região de Caicó. "O tráfico de drogas é algo bem presente e as prisões realizadas pela Deicor há algum tempo nos permitiram chegar às pessoas que estamos prendendo hoje", informou Oliveira.

As pessoas detidas estão sendo encaminhadas para a Delegacia de Caicó para depoimento. O cumprimento dos mandados permanecem ocorrendo durante a manhã desta quinta-feira na cidade. 

Fonte: Tribuna do Norte

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

O Soldado Moura teve morte cerebral confirmada pelos médicos






O Soldado Moura (foto) teve morte cerebral declarada pela equipe médica do Hospital onde está internado, ele foi vítima de seis bandidos que estavam espancando uma pessoa na vaqueijada em uma comunidade da cidade de Canidé-CE. 

O PM do Rio Grande do Norte foi tentar salvar a vítima das agressões e acabou levando uma paulada na cabeça e saiu em estado de coma do local. Os bandidos ainda levaram seu revolver e deram alguns disparos para o chão e para o alto. 

O Soldado Moura foi transferido para Fortaleza, porém sua morte cerebral foi diagnosticada ontem (09/08) pelos médicos que o acompanham, ele ainda está vivo com a ajuda dos aparelhos mas seu estado é praticamente irreversível e somente um MILAGRE pode salva-lo. 

QUE DEUS AJUDE O NOSSO COMPANHEIRO A SAIR DESSA E DÊ PAZ A SUA FAMÍLIA.

POLÍCIAS CIVIS DO RN E DA PB PRENDEM ELEMENTO DE UMA PERIGOSA QUADRILHA POTIGUAR EM UIRAÚNA



Por volta das 09h30min da manhã de ontem (09), as policias civis da Paraíba e RN efetuaram a prisão em flagrante do elemento conhecido por Alex da Silva, 24 anos, natural do Estado do Rio Grande Norte, que se encontrava em uma residência localizada a Rua São Vicente de Paula – s/n.

Segundo os populares residentes a mesma rua os elementos teriam alugado a casa em que Alex se encontrava á 15 dias atrás e só no último domingo é que ele e mais dois elementos vieram ocupar a mesma. No momento de alugarem a casa alegaram que eram crediaristas e que se encontravam a trabalho na região.


Hoje pela manhã numa ação rápida os policiais efetuaram a prisão do elemento acima citado e um revólver e uma moto Honda 150 Placa NFB 5456 de Água Nova – RN que se encontrava dentro de uma TV. Segundo o setor de inteligência da Polícia Civil local informou a nossa reportagem que os referidos elementos já efetuaram um total de 08 assaltos a agencias dos correios no vizinho estado do RN: Marcelino Vieira; Almino Afonso; Luis Gomes; Porta Alegre; Tabuleiro Grande. No Ceará: Limoeiro do Norte e na Paraíba: Bom Sucesso. E o motivo da estadia deles aqui em Uiraúna seria assaltar a agência dos correios de Uiraúna.


Vale ressaltar que o grupo como já foi informado pela nossa reportagem é formado de três elementos sendo que no momento da prisão os outros dois se encontravam em lugar até agora ignorado pelos policiais que estiveram em ação, um deles sendo conhecido por Diassis e o outro cujo nome ainda não é conhecido.
Em seguida a prisão o elemento foi conduzido para a delegacia local e será recambiado para a cidade de Pau dos Ferros no Estado do Rio Grande do Norte onde ficará a disposição da justiça daquele estado.
Montagem fotos: Paulinho Filho. 

ELEMENTOS ATIRAM EM CARRO DENTRO DE GARAGEM NA NOITE DE ONTEM (09/08) EM ASSU


Ontem (09/08) por volta das 22:20h elementos atiram em um veiculo corsa que estava dentro de garagem na rua Moisés Cesion, centro de Assu, mais precisamente próximo ao cemitério São João Batista.
 
Informações colhidas no local é que dois elementos em uma moto teriam chegado e o garupa desceu foi até o portão da garagem e efetuou vários disparos contra o veiculo.

Segundo informações do proprietário do veiculo a pessoa conhecida por Ubaldo, 42 anos mototaxista em nossa cidade é que, considera este ato crime criminoso como uma tentativa de homicídio.
 
A polícia fez diligências na tentativa de localizar e prender os meliantes, mas não obtiveram êxito. 
 
Fonte: Focoelho

terça-feira, 9 de agosto de 2011

ALCAÇUZ REVIVE LANCES DO ANTIGO CALDEIRÃO DO DIABO

Sem viaturas e armamentos, agentes penitenciários não conseguem estabelecer uma rotina padrão e evitar crimes dentro da unidade.

A maior penitenciária estadual do Rio Grande do Norte não é mais um modelo de segurança máxima. Treze anos se passaram desde a inauguração da construção em Nísia Floresta e as histórias de violências no interior da unidade começam a se agravar. Brigas, decaptações e mortes por armas de fogo passaram a fazer parte da rotina, resgatando lances do antigo Caldeirão do Diabo.

O que acontece em Alcaçuz? Para responder a essa pergunta, a equipe do Portal BO passou um dia dentro do presídio, acompanhando de perto a rotina. De cara, foi possível observar a insatisfação dos agentes penitenciários. A maioria reclama da falta de condições de trabalho e estrutura para dar conta dos mais de 700 presos.

Para se ter uma ideia, os agentes dispõem apenas de dois revólveres velhos, duas espingardas calibre 12 e coletes vencidos. Para se proteger, eles se veem obrigados a comprar pistolas com recursos próprios. A situação precária não para por ai. A unidade também carece de automóveis. Um dos agentes conta que em caso de doenças, os presos são conduzidos em veículos particulares.

“Os agentes é que estão dando condições de trabalho ao Estado, quando deveria ser ao contrário”, diz um dos agentes. Outro deles fala: “Isso aqui é o quintal, onde o governo esconde o lixo. Só estão investindo na Polícia Militar porque é como se fosse a sala de estar, é o que as pessoas veem na rua. Já as penitenciárias estão abandonadas, porque ninguém vem aqui ver”.

O sentimento de abandono também é sentido pelos presos, que ao perceberem a presença de uma equipe de reportagem começaram a gritar e reclamar. Como de costume, falaram mal da alimentação, mas também destacaram a existência de uma fossa aberta no meio de um dos pavilhões.

Diante da situação degradante, os agentes chegam a temer ações mais fortes por parte dos presos. No Pavilhão 1, por exemplo, comenta-se que existem pelo menos duas armas escondidas entre os presos. “Não temos como fazer uma revista lá com poucos agentes e sem equipamento. É muito arriscado”, revela um dos agentes.

Durante o dia, os agentes penitenciários ainda conseguem entrar no Pavilhão 1. O Portal BO acompanhou uma dessas entradas para retirada de um preso. O local está totalmente depredado e, realmente, vulnerável a uma rebelião. Em cada uma das celas existem buracos, por onde os presos conseguem sair à noite e circular livremente pelos corredores.

Por esse motivo, a sensação que se tem é de que a qualquer momento eles podem promover uma grande rebelião ou fuga em massa. Além disso, o risco de acerto de contas entre os próprios presos é constante. Durante a presença do Portal BO na recepção de Alcaçuz, um detento que havia sido agredido por outro detento conversava com a esposa.

Ele apresentava marcas de espancamento no rosto e nos braços. O diretor da penitenciária, Wellington Marques, comenta que esse tipo de situação foge do controle dos agentes. Mesmo assim, a direção adota algumas medidas para impedir conflito entre presos inimigos.

Ex-policiais militares, por exemplo, não podem ficar dentro de pavilhões. Sendo assim, eles acabam dormindo onde funciona o Setor Médico, que, na verdade, foi adaptado para comportar vários presos. Além dos ex-policiais militares, as celas do Setor Médico abrigam presos responsáveis por crimes de grande repercussão, como Osvaldo Pereira Aguiar, condenado pela morte e esquartejamento da menina Maisla Mariano.

“Ficar responsável pela custódia de ex-policiais militares é uma preocupação que não deveríamos ter. Era pra termos um local especifico para esse tipo de preso. Sempre encontramos dificuldades para abrigar um ex-policial e manter a ordem dentro do presídio”, ressalta o diretor.

Sobre a reestruturação da unidade, Wellington Marques informa: “o secretário de Justiça, Thiago Cortez, fez uma licitação para conseguir armas. No entanto, isso depende da burocracia do governo e isso é muito difícil”. Atualmente, o presídio não dispõe de veículo e o diretor resolve os problemas da unidade no próprio carro. 
 
Retirado do blog da Soldado Gláucia

FONTE: Portal BO

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Policial de Assú vítima de bandidos no Ceará

Polícia Militar de Canindé recebeu informações acerca de uma ocorrência na localidade de São Serafim, zona Rural de Canindé, onde teve como vítima o SD PM João Paulo Oliveira de Moura, 30 anos, natural de Canindé-CE, residente no Estado do Rio Grande do Norte-RN, o qual pertence aos quadros da PMRN e trabalha na cidade de Assu-RN. 

A polícia dirigiu-se para a localidade de São Serafim, onde encontraram a Sra. Jucilva Oliveira Moura, irmã da vítima, a qual informou-lhes que seu irmão por volta das 02h00min de domingo, 07/08, se encontrava de folga em uma vaquejada juntamente com seis indivíduos, os quais ao perceberem que o PM estava armado, resolveram tomar-lhe a arma. Usando de violência, os indivíduos dominaram o PM, tomaram-lhe a arma e saíram o arrastando por uma estrada carroçável. Uma pessoa avisou que a vítima era PM e neste momento um indivíduo conhecido por “Diogo” desferiu-lhe uma paulada na cabeça da vítima fazendo com que este desmaiasse. Depois de agredir a vítima, os indivíduos embarcaram num veículo FORD F 4000, placas não anotadas e seguiram em direção a CE 257, com destino a Canindé.

O PM João Paulo foi socorrido por populares e levado ao Hospital São Francisco, em Canindé, e em seguida transferido ao IJF/CENTRO, em Fortaleza, onde se encontra internado em estado grave. Os envolvidos na ocorrência já foram identificados pela polícia. 

São eles: “Osvaldinho”,ex-presidiário, que responde por homicídio e seus dois cunhados conhecidos por “Diogo" e “Teo”; e também os indivíduos conhecidos como “Coloral”, “Rodolfo” e o “Filho do Zé Preto”. "Osvaldinho” ao se evadir do local levou consigo, mediante roubo, o revólver cal. 38 de propriedade da vítima, efetuando dois disparos para o chão e um para cima. Todos os indivíduos se encontram em local incerto e desconhecido. 

Fonte: Portal Canidé Net

POLÍCIA MILITAR NECESSITA SER DESMILITARIZADA

O militarismo é bastante eficaz e eficiente nas forças armadas, ou seja, Marinha, Exercito e Aeronáutica. Estas forças trabalham defendendo a nação, devendo estarem sempre prontas para a guerra. A rigidez e o alto índice organizacional do militarismo são bastante importante para os combates, estratégias e cumprimento das missões.

Por sua vez, a aplicação do modelo de organização militar dentro da polícia é ineficaz e ineficiente.

A Polícia Militar não trabalha defendendo a nação, pois o seu objetivo é a manutenção da ordem e da segurança pública.

O seu serviço, é igual e tão importante como os dos Guardas Municipais, Policiais Civis, Rodoviários Federais e Policiais Federais. Que não são militares e servem a sociedade da mesma forma.

O militarismo é bastante rígido, e tratam os policiais de forma diferenciada, em comparação as demais forças da segurança pública que não são militares.

Estes profissionais respondem por crimes militares, que tem penas duras e abusivas, pois foram feitas para as forças armadas, devendo ser obedecidas à risca em tempo de guerra.

Atualmente os policiais militares respondem a mais crimes militares do que os integrantes das forças armadas, devido estarem sempre em ação.

Este tratamento desigual em relação às outras forças da segurança pública e as mesmas cobranças exigidas nas forças armadas, prejudica a instituição policial, os policiais e a prestação do serviço à sociedade.

A desmilitarização da Polícia Militar é o único meio para que tais prejuízos venham a ser corrigidos. Pois somente desta forma a sociedade terá uma segurança pública de qualidade.

Os países desenvolvidos da Europa, e outros como Estados Unidos e Japão não utilizam o modelo militar e são exemplos a serem seguidos de organização e proteção da sociedade.

Não tem lógica cobrarmos de uma força policial a rigidez do militarismo!

Escrito por Cabo Heronides.

domingo, 7 de agosto de 2011

MOTO TOMADA DE ASSALTO TERMINA EM UM ELEMENTO FERIDO NO BAIRRO PARATI 2000 EM ASSU

Na noite de hoje (07/08) por volta das 21:00h uma moto foi tomada de assalto nas imediações do Parati 2000 em Assu.
 
Segundo informações é que quatro elementos chegaram ao um bar conhecido como bar dos batatas, e tomaram uma moto YBR preta de placas NNT 1345 de assalto do mototaxista conhecido por Waguinho residente na rua Adalberto Amorim, bairro Vertentes, após a pratica delituosa populares perseguiram o elemento recuperando a moto.
 
A Policia foi acionada, e ao chegar no local o elemento de iniciais F.R.S. 17 anos mais conhecido por Romarinho encontrava-se lesionado com um tiro na perna, a VTR de Campo Grande substituindo a VTR 1021, recambiaram o elemento ao hospital regional onde esta sendo medicado e não corre risco.
 
A policia faz diligências na tentativa de localizar e prender os outros elementos.
Fonte: Focoelho

O Xerife entrega o distintivo

Fred Carvalho e Marco Carvalho - Repórteres

"Aparato policial nunca antes visto em qualquer ação de combate aos tóxicos em Natal, contando com mais de 100 policiais civis e militares em 15 carros, num esquema preparado pelo bacharel Maurílio Pinto de Medeiros, coordenador geral da polícia civil no RN, foi usado às 10 horas de ontem para cercar a residência do traficante Antônio Firmo da Silva, conhecido por Antônio Praia ou Antônio Caiçara, de 38 anos, na rua Ilha de Santana, 1105, no conjunto Soledade II e prendê-lo por se encontrar acusado de ser o maior distribuidor que fornece maconha para intermediários, proprietários de bocas de fumo instaladas em todos os bairros da cidade".

Aldair DantasO Xerife entrega o distintivoO Xerife entrega o distintivo
Viaturas, armas, operações e diligências entraram no cotidiano de Maurílio Pinto de Medeiros no dia 1º de julho de 1964 e, desde então, a habilidade, os contatos e a forma como ele fez uso desse aparato o tornaram referência no combate à criminalidade no Rio Grande do Norte. Hoje, o homem mais conhecido da Polícia Civil do Estado se afasta das atividades que por tanto tempo lhe deram satisfação e orgulho.

A menos de um mês de completar 70 anos de idade, Maurílio já não possui o mesmo vigor físico de quando foi prender o traficante Antônio Caiçara, em 25 de março de 1983. O trecho citado acima pertence à reportagem publicada na edição do dia seguinte na TRIBUNA DO NORTE. O delegado estava na porta do traficante e empunhava um megafone, convocando o criminoso a deixar o imóvel.

Era apenas uma operação, dentre tantas, que se destacaram nos 47 anos de profissão de Maurílio. Quantos foram presos pelo "xerife" ? Esse é um número difícil de precisar. "Foi muita gente, muita gente mesmo. Não tenho menor ideia da quantidade", reconhece Maurílio.

A imprecisão não é uma falha, pelo contrário. Ela dá a dimensão ou a impossibilidade de fixar um limite para o papel  na polícia potiguar de quem, como Maurílio, começou   como motorista. Em Patú, a cerca de 320 quilômetros da capital, dirigia nas diligências comandadas pelo pai, o coronel PM Bento Manoel de Medeiros. "Antes de ser oficializado no cargo, cheguei a dirigir sem carteira as viaturas da polícia, inclusive para outros Estados. Nunca deu problema", relata em meio a risos.

Se dependesse do pai, apesar do apoio inicial, não tinha seguido a carreira na polícia. "Papai me dizia sempre: 'Maurílio, olhe, só quero que você continue na polícia enquanto eu estiver trabalhando. Depois que me aposentar, não queria mais você por aqui'. Perguntei o porquê. 'Ocorre que tenho muitos inimigos'. Nunca fui incentivado por ele para ir para a polícia", contou.

Edmar Leitão, "Chico Orelha" e  Luís Henrique Gusson Coelho foram apenas alguns personagens detidos ao longo da carreira do "Xerife" que se destacaram na crônica policial. O homem conhecido pela seriedade na condução das investigações que assumia reclama que hoje em dia não há mais "dureza" nos interrogatórios.

"Os policiais têm medo dos Direitos Humanos e do Ministério Público. Por isso, deixam de dar continuidade às investigações dos crimes". Indagado sobre problemas que havia adquirido ao longo da carreira com autoridades ligadas à defesa da população carcerária, Maurílio enfatizou: "Eu me considero um defensor dos direitos humanos".

O delegado polemiza também em outras declarações. Maurílio faz críticas diretas aos sindicatos dos policiais civis e atribui a eles o maior problema da instituição: a indisciplina. "O grande problema da polícia é a indisciplina e os grandes responsáveis por isso são os sindicatos. Hoje a polícia é refém dos sindicatos".

O Xerife toca em outro ponto que o incomoda. Para ele, a interferência política na área de segurança se acentuou ao longo dos anos e atrapalha o andamento dos inquéritos.

Com a mesma intensidade que faz críticas, também se defende de acusações. Uma delas é ação movida pelo Ministério Público por improbidade administrativa em virtude de supostos grampos ilegais. "Para mim, improbidade pressupõe desonestidade e não sei qual é a desonestidade em gravar conversa de bandido", argumenta.

Por cerca de 21 anos, o delegado foi o chefe de Polícia Civil no Estado. Exerceu, ainda, as funções de subsecretário e secretário adjunto de Segurança Pública. Ás vésperas da aposentadoria, com problemas de saúde, vai em dias alternados durante a semana à Delegacia Especializada de Capturas (Decap) para despachar documentos. Rotina que deve se encerrar em breve. E depois? "Inicialmente, estou planejando fazer umas viagens. Vai ser difícil me adaptar à nova rotina, ficar em casa. Mas é o jeito".

O Xerife deixa os quadros da Polícia Civil com o sentimento de dever cumprido e acreditando na capacidade dos delegados que permanecem.

O delegado Maurílio Pinto de Medeiros recebeu a equipe de reportagem em casa, no bairro de Capim Macio. Doente, precisou de ajuda para caminhar até o escritório. Um AVC sofrido há cerca de 10 anos deixou paralisado parte dos movimentos do corpo no lado esquerdo. A fala é lenta e as histórias marcadas por lapsos na memória que, mesmo para um outro homem sem os problemas que ele tem, seria difícil manter intacta. Afinal, são 47 anos de carreira na Polícia Civil do Rio Grande do Norte.  Parte dessa história está refletida nas paredes do escritório. Não há mais espaço para se pendurar qualquer placa ou homenagem. O que se vê são títulos de cidadão de várias cidades, placas de honra ao mérito e "policial do ano". Títulos "The best of the best" [O melhor dos melhores] completam o cenário. No local, há ainda algumas caricaturas e fotos. Na mesa, a placa metálica onde está escrito "Bel. Maurílio Pinto de Medeiros" é símbolo das coberturas policiais da década de 1980 e 1990.  O homem de cabelos brancos bagunçados fala de forma sincera sobre assuntos que o afligem. Também ri e confidencia opiniões. Na entrevista a seguir, Maurílio discorre sobre a carreira, os mais famosos casos policiais e uma visão sobre o cenário atual da segurança pública.

O começo

"Fazia diligências com a polícia de Patú, inclusive dirigindo a caminhonete da delegacia para Catolé do Rocha - na Paraíba. Passava na rodoviária e mesmo sendo menor dirigindo o carro da polícia ninguém atentava. Desde essa época [década de 1960] comecei a me interessar pelo serviço policial. Daí, fui servir a aeronáutica, onde passei dois anos. Depois voltei e fiquei colaborando com papai, como uma espécie de auxiliar de polícia. Logo em seguida, papai conseguiu minha contratação como motorista policial. Fui contratado exatamente no dia 1 de julho de 1964. Papai nesse época era o chefe da Polinter. Por isso que, agora já prestes a me aposentar, pedi para encerrar minha carreira na Delegacia de Capturas/Polinter. Ele me dizia sempre: "Maurílio, olhe, só quero que você continue na polícia enquanto eu estiver trabalhando. Depois que me aposentar, não queria mais você por aqui". Perguntei o porquê. "Ocorre que tenho muitos inimigos". Nunca fui incentivado para ir para a polícia. Como também não incentivei meus filhos, que também acabaram ingressando nessa carreira."

Os presos

"Foi muita gente, muita gente mesmo. Não tenho menor idéia da quantidade. Teve um fato interessante: havia um pistoleiro acusado de diversos crimes na zona oeste do Estado, era Raimundo Nonato, vulgo "Nadu". Esse camarada era uma espécie de gerente do crime. Papai o prendeu em Fortaleza. Posteriormente, prendi o filho dele. E depois, meu filho prendeu o neto dele. Foi uma seqüência."

Casos policias

"Houve diligências importantes. Destaco o assalto ao Banco do Nordeste, em Assú, que culminou com a morte de quatro bandidos e foi preso um no estado do Pará. Isso ai teve uma repercussão nacional, quando o perseguimos de avião. Digo sempre: no Rio Grande do Norte, foi a primeira vez que houve uma perseguição aérea. Pode ser que seja inédito no Brasil também, nunca ouvi falar em outro caso."

Uma ameaça

"Teve um bandido famoso, Edmar Nunes Leitão. Participei de várias diligências com ele e o levei diversas vezes em João Pessoa, para ele ser interrogado em um processo que era denominado de o "processo dos coronéis". O caso envolvia o assassinato encomendado por um coronel da polícia contra outro coronel da polícia. O coronel José Lira, que era deputado estadual, mandou matar o coronel Luiz de Barros. Nesse processo, as principais testemunhas eram o governador, o vice - só era autoridade. Esse crime até hoje não foi esclarecido. Aurino Suassuna era outro pistoleiro muito famoso, que por coincidência morreu na mesma cidade de Leitão no Ceará. Uma vez, Suassuna me ligou fazendo umas ameaças. "Quero dizer que posso tocar fogo na sua casa, com seus filhos dentro". Disse: "Primeiro lugar, se for sobre ameaças, não vou atender mais seus telefonemas. Se quiser conversar normalmente, ligue novamente". Depois de alguma conversa, ele disse: "Vou dar o endereço para você me apanhar aqui no Pará: rua 38, número 6", disse fazendo referência ao revólver calibre 38 e à quantidade de balas.

Os Carneiros

"Realmente era uma quadrilha muito atuante, não só em crimes de homicídio, como em assaltos a bancos. Realmente eram pessoas muito perigosas. O Idelfonso Maia Cunha, o Mainha, era outro pistoleiro bastante atuante no Estado. Ele foi capa da revista Istoé, porque diziam que ele era o autor de mais de 100 homicídios. Consegui cinco mandados de prisão aqui no Rio Grande do Norte contra ele, mas ele também atuava no Piauí, no Ceará, em vários outros Estados."

A nova polícia

"Se naquela época (década de 1970), nós tivéssemos as condições que existem hoje, muitos crimes teriam sido solucionados. Hoje existe toda a tecnologia, como as interceptações telefônicas. A gente sai aqui na rua e vê um carro com placa suspeita, liga para a delegacia e já sabe se o carro é roubado. É muito diferente. Acredito que a diferença maior é que naquela época os policiais eram mais dedicados. Eram pessoas que não se preocupavam com diárias operacionais, que acredito ter sido um grande erro essa criação. Tem também isso de desvio de função. Entendo que polícia é polícia. Ai, falam que polícia militar não pode fazer isso, polícia civil não pode fazer aquilo. É tudo polícia, rapaz. Gosto daquela frase do Cortez Pereira [Governador do Rio Grande do Norte entre 1971 e 1975]: "Se unidos somos fracos, desunidos não somos nada". Ai, fica com essa história de greve, que só serve mesmo para briga interna. O grande problema da polícia é a indisciplina e os grandes responsáveis por isso são os sindicatos. Hoje a polícia é refém dos sindicatos. Agora mesmo o sindicato da polícia civil está fazendo uma campanha para abertura 24 horas das delegacias. Abrir para quê? Se eles não fazem nada."

Interferências políticas

"Estão escolhendo delegados por influência política. Até hoje, os cargos que ocupei não tiveram indicação de políticos. Tive oportunidade duas vezes de ser o secretário de segurança, no governo de José Agripino Maia e na gestão de Geraldo Melo. Em uma das oportunidades, necessitava que o deputado Raimundo Fernandes, que é um amigo que tenho, "avalizasse" a indicação. Disse: "Pode ficar certo que não irei até ele de jeito nenhum". Quando Wilma de Faria assumiu o governo, ela me chamou para conversar sobre segurança pública e fez essa mesma pergunta sobre as interferências. Disse: "Governadora, até hoje, principalmente no interior, há uma influência muito grande. Tem prefeito que diz logo: 'Se tirar o delegado, eu rompo'". Na capital, até o momento, a escolha para diretores e chefes de unidades são escolhas técnicas, mas a influência em todo o Estado é bem maior do que se costumava ver para alguns cargos.

Um exemplo, o Ronaldo [Gomes, ex-delegado geral da Polícia Civil na gestão Rosalba] me chamou para discutir um documento que assinei. Contestava a nomeação de José Carlos Oliveira para a Dpcin [policiamento no interior] por não ser de classe especial. Ele ia comandar delegados de classe especial no interior como Renato Batista e outros que ficariam subordinados.
Fizemos um documento pedindo para rever a situação que concorre para quebra da hierarquia. Em conversa com Ronaldo, reiterei que José Carlos não poderia ocupar aquele posto, mesmo sendo eficiente. Ronaldo justificou dizendo que havia sido uma escolha técnica, mas sabemos que houve política, através da indicação do deputado Robinson Faria - atual vice-governador. Ninguém desmentiu.

Os bons policiais

"Nós temos bons nomes. O próprio Ronaldo Gomes era deles. Fizeram umas denúncias contra ele, mas não sei de nada. Lenivaldo [Ferreira Pimentel],  Rolim [Raimundo Rolim de Albuquerque Filho] também se destacam, delegados muito bons nas investigações que conduzem. Odilon Teodósio, Sheila Freitas e Alzira [Veiga] são outros nomes de destaque. Graciliano Lordão é um caso interessante. A delegacia dele em Parnamirim tinha cerca de 100 presos e era uma das que mais investigava e solucionava crimes. Ai vem os policiais falarem que não podem investigar porque tem que ficar vigiando preso. Como se explica esse caso então?"

Polêmicas

"Eu me considero um defensor dos direitos humanos. Tudo que fiz e façoocorre no sentido de ajudar, principalmente, pessoas mais pobres. O pessoal dos direitos humanos me acusa que sempre procurei solucionar casos de pessoas importantes. Pelo contrário, me sinto satisfeito quando aparecem pessoas pobres me procurando e dou solução aos casos. Outra coisa é que hoje a polícia faz as prisões e não se aprofunda. Os policiais estão com medo dos direitos humanos, do Ministério Público. Tem que interrogar duro. Não fazem e fica por isso mesmo.

Escutas legais

"Estava programando que quando fosse encerrado o processo, sendo condenado ou absolvido, prestaria alguns esclarecimentos. O objetivo era esclarecer a grande quantidade de operações que estabelecemos a partir dos grampos. Mas, vou ter que falar antes da conclusão, porque não acaba nunca. Essa semana recebi mais duas intimações para apresentar defesa. Vou dizer a todos como foi de grande utilidade as interceptações na solução de crimes, fugas que evitamos. Um dos casos foi a operação para prender "Chico Orelha", foi algo espetacular. Nós o surpreendemos na porta de casa. Um dos nossos agentes chegou a levar três tiros, mas reagimos e o "Chico" acabou baleado e morto. Fico triste com essa ação do Ministério Público no caso das interceptações, que é classificada como de "improbidade administrativa". Para mim, improbidade pressupõe desonestidade e não sei qual é a desonestidade em gravar conversa de bandido. Eles falam que gravei jornalista, deputado. Peço que apresentem um caso desses."

Aposentadoria

"Em 1964 digo que tive dois casamentos: casei com minha mulher e com a polícia. Faço tudo com muito amor. É aquela história, quem trabalha no que gosta produz muito mais. Nunca tive hora para trabalhar e muitas vezes passei o aniversário em operações. Minha mulher me dá todo o apoio. Meus filhos têm orgulho de mim."

Fonte: Tribuna do Norte

124° homicídio em Mossoró em 2011 e uma tentativa de homicídio no bairro Belo Horizonte simultaneamente

Blog Passando na Hora

   Quase que simultaneamente a tentativa de homicídio ocorrido no Quixabeirinha, o CIOSP teve mais uma tentativa homicídio e o homicídio de número cento e vinte quatro na cidade de Mossoró em 2011 na noite deste sábado, por volta das 20h40min, no bairro Belo Horizonte em uma Rua projetada a Rua João Damásio na favela do Carnaubal.
 
   A pessoa vítima do homicídio conhecido como Antônio Cícero de Almeida Assis, 34 anos de idade, vulgo "Coco", desempregado, residente na rua onde foi baleado, natural de Mossoró, foi alvejado com dois disparos de arma de fogo, um no abdômen e outro na cabeça, o mesmo estava na porta principal de sua residência com sua esposa de nome Sandra Lucia França da Silva, 34 anos, natural de Mossoró que também foi alvejada, sendo um disparo transfixante na região glútea e outro de raspão em um dos cotovelos quando dois elementos em uma moto traxx estar chegaram na residência e efetuaram os disparos, as vítimas foram socorridas por populares para o hospital regional Tarcísio Maia (HRTM), mas Antônio não resistiu aos ferimentos e veio a óbito, já sua esposa encontra-se internada e em observação na mesma unidade hospitalar.
 
  "Coco" foi procurado na tarde de ontem (5) em sua residência pelo delegado Dr. Denis Carvalho da DENARC que tinha um mandato de prisão por tráfico de drogas contra o mesmo, nesta oportunidade o mesmo não encontrava-se em casa e não foi preso. A acusação contra o mesmo possivelmente foi a causa de sua morte.
 
   Os mesmo policiais Wanderley, Galdino e Eriberton da VTR 212 que atenderam a ocorrência no Quixabeirinha foram nessa no Belo Horizonte e em seguida colheram as informações das vítimas e dos acusados no HRTM.
 
Fonte: Passando na Hora

Tentativa de homicídio em Assú

Na madrugada de hoje (07/08) uma pessoa foi alvejada por disparos de arma de fogo na Lagoa do Ferreiro de Fora. Trata-se de João Batista de Moura, conhecido por Dão. 

A vítima foi levada ao Hospital Regional de Assú e transferida para Mossoró, a PM está realizando diligências no intuiuto de prender os suspeitos, mas até agora não existe uma informação concreta do que ocorreu. As investigações ficarão a cargo do Delegado de Assú. 

Com informações de Focoelho