terça-feira, 16 de agosto de 2011
AGENTES DA CAPITAL VÃO OCUPAR VAGAS DE PM's EM DP's DO INTERIOR
Agentes de Polícia Civil lotados em Natal serão remanejados para cidades da região Oeste do Estado para ocupar as funções que estavam sendo exercidas indevidamente por policiais militares. Uma determinação da Secretaria Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed) ordenou a saída ontem de 20 PMs que exerciam função de investigadores em delegacias do interior. Por causa disso, em Apodi, a 337 quilômetros de Natal, a unidade policial amanheceu fechada, sem atendimento à população. Ao todo, 78 militares deixarão as DPs em todo o Rio Grande do Norte, em cumprimento de um acordo feito com o Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol/RN) para o fim da greve da categoria, ocorrida no último 14 de julho.
A equipe do Diário de Natal ligou para a Delegacia Regional de Apodi na manhã de ontem. Ao invés de um policial atender a chamada, foi o agente penitenciário Carlos Alberto, que trabalha no Centro de Detenção Provisória local, que recebeu a ligação. Segundo ele, a unidade não estava realizando atendimento ao público, pois nem mesmo o delegado responsável, Clayton Pinho, compareceu ao prédio ontem. A equipe ainda procurou falar com o delegado, mas ele não foi encontrado. A DP contava com cinco policiais militares exercendo função de investigador.
Já em Caraúbas, a 296 quilômetros de Natal, um PM trabalhava na delegacia. Porém, para o agente Civil José Lopes, que trabalha na unidade, mesmo a retirada de um só policial vai fazer falta. "Porque aqui temos apenas quatro agentes e um deles vai retirar licença prêmio. Já não temos delegado ou escrivão e ficamos nós somente para fazer o revezamento do serviço". A cidade em que haverá maior quantidade de remanejamento será Mossoró. No entanto, essa ainda não sofreu alteração no seu quadro de PMs nas delegacias.
O titular da Sesed, Aldair da Rocha, explica que a saída dos militares das delegacias foi uma das exigências do Sinpol para que acabasse com a greve. A princípio, apenas 20 deles serão retirados. "Priorizamos a região Oeste para fazer essa remoção, mas atingirá todo oestado". Um levantamento está sendo feito para saber quais as delegacias irão necessitar do envio de agentes de Natal. (PS).
FONTE: Diário de Natal
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
JUCURUTU: Laudo médico aponta que Mylena sofreu traumatismo craniano encefálico

A PEQUENA MILENA
O Laudo Médico resultado na necropsia feita na noite de ontem (domingo), no Instituto Técnico e Cientifico de Policia (ITEP) em Caicó apontou que a menina Milena Soares da Silva, 09 anos, não foi violentada sexualmente e a causa da sua morte foi trauma craniano encefálico. (Traumatismo Craniano).
A Policia Militar da cidade de Jucurutu passou toda a noite realizando buscas e colhendo informações para tentar identificar e prender o autor do bárbaro crime que chocou a população de Jucurutu e toda a região do Seridó.
MORADORES TENTAM LINCHAR SUSPEITO
Um primeiro suspeito foi identificado pela polícia, tem pelo nome de SANDRO e ao ser ouvido informalmente negou participação na morte de Milena e foi liberado, é dono de um veículo Gol prata, supostamente, a última pessoa a estar com Milena, embora negue, o mesmo será novamente ouvido na manhã de hoje.
Populares cercam a casa do suspeito temendo que ele deixe a cidade de Jucurutu.
Delegacias perdem quase 100 policiais militares
Andrey Ricardo - do Jornal de Fato, de Mossoró
Todos os policiais militares que trabalham improvisadamente nas delegacias de Polícia Civil do Rio Grande do Norte vão ser removidos a partir desta segunda-feira, 15, piorando a situação da Polícia Judiciária. Em todo o Estado, existem 78 policiais militares que atuam como civis. A retirada dos militares é uma exigência antiga do Sindicato de Policiais Civis e Servidores do Itep (SINPOL) do RN e pode acarretar graves problemas, principalmente no interior. Na falta de civis, PMs eram utilizados improvisadamente.
Em Mossoró, o efetivo da Polícia Civil, que já era extremamente reduzido, vai ficar ainda pior. São 14 militares que trabalham nas principais unidades da cidade. Eles voltam nesta segunda-feira para o II Batalhão de Polícia Militar. A Delegacia Especializada em Narcóticos (DENARC) será a mais prejudicada com a decisão. Em seus quadros, são três policiais civis e quatro militares. "Caso seja realmente feita essa retirada, vou perder metade dos meus policiais. A Denarc e outras delegacias da região vão perder praticamente toda sua equipe", lamentou o delegado Denys Carvalho, da Denarc.
O comandante-geral da Polícia Militar no Rio Grande do Norte, coronel Francisco Araújo Silva, confirmou ao DE FATO na sexta-feira passada, 12, que a decisão de mandar retirar os militares das delegacias vai ser realmente cumprida, diferente do que havia sido dito pelo delegado regional de Mossoró, Francisco Edvan Queiroz, que acreditava na permanência dos PMs até que novos policiais civis fossem designados para suprir essas 78 vagas. "Para você ter uma ideia, em Assú os militares já foram retirados da DP. Na segunda, todos os 79 policiais terão de se apresentar", assegurou Araújo.
A utilização de policiais militares no exercício da atividade judiciária, que cabe à Polícia Civil, fere a legislação brasileira. À PM, cabe o trabalho de policiamento ostensivo, que tem caráter preventivo, já à Polícia Civil cabe a atribuição de investigar os crimes ocorridos. Nos seus cursos de formação, cada uma dessas polícias tem uma preparação específica, de acordo com sua atuação. "Eles vão trabalhar agora no policiamento ostensivo, que é a função constitucional da Polícia Militar. Com isso, teremos um aumento no policiamento de rua e, consequentemente, redução da violência", acrescentou.
A retirada de policiais militares, que complementavam o efetivo da Polícia Civil, vem no momento em que a estrutura da Polícia Judiciária é discutida devido ao possível afastamento de aproximadamente 400 policiais civis. 88 deles devem ser retirados, por força de uma determinação judicial, enquanto cerca de 300 vão se aposentar até o final deste ano. Hoje, o Estado tem pouco mais de 1.300 policiais civis, incluindo delegados, agentes e escrivães. O número ideal, de acordo com pesquisa feita pelo Sinpol, seria aproximadamente sete mil. A saída de 400 policiais representa perda de 30% do efetivo.
Saída é reivindicação dos policiais civis
A retirada de todos os policiais militares que trabalham nas delegacias de Polícia Civil do Rio Grande do Norte foi uma das pautas da última greve feita pelos agentes e escrivães da Polícia Civil no RN. Eles exigiram que a Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social retirasse os PMs e convocasse os civis, já aprovados em concurso público. Os PMs serão removidos, mas os novos policiais civis não serão chamados agora.
O Sindicato de Policiais Civis e Servidores do Itep (SINPOL) do RN defendeu durante a greve que a permanência dos policiais militares nas delegacias estaria prejudicando o trabalho investigativo, já que não é atribuição da PM, e dificultava a chegada dos novos policiais.
Sem os PMs, o Sinpol mostra a deficiência da Polícia Civil em todo o Rio Grande do Norte e "obriga" o Governo do Estado a convocar os cerca de 500 policiais já aprovados.
A utilização de policiais militares em delegacias de Polícia Civil é uma tradição antiga no Rio Grande do Norte, principalmente no interior do RN.
A maioria das delegacias das cidades interioranas não tem equipes de policiais civis e os militares são responsáveis pelo policiamento ostensivo e também pelas investigações, apesar de não ser uma atribuição sua.
Até alguns anos, os militares atuavam também como delegados de Polícia Civil, mas uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), maior instância judiciária do Brasil, obrigou o Governo do RN a colocar delegados de carreira em seus cargos. Os militares deixaram de ser delegados (só no papel) e os delegados de carreira foram os mais sacrificados.
Um delegado hoje responde por até 20 cidades diferentes no interior. Na teoria, os PMs não atuam mais como delegados, já que uma única pessoa trabalha em 20 cidades diferentes, mas na prática eles continuam como a única autoridade policial em determinadas áreas.
Hoje, a maioria das delegacias de Polícia Civil do interior é composta exclusivamente por policiais militares. Em Patu, por exemplo, existe apenas um policial civil. O restante da equipe é composta por militares.
Todos os policiais militares que trabalham improvisadamente nas delegacias de Polícia Civil do Rio Grande do Norte vão ser removidos a partir desta segunda-feira, 15, piorando a situação da Polícia Judiciária. Em todo o Estado, existem 78 policiais militares que atuam como civis. A retirada dos militares é uma exigência antiga do Sindicato de Policiais Civis e Servidores do Itep (SINPOL) do RN e pode acarretar graves problemas, principalmente no interior. Na falta de civis, PMs eram utilizados improvisadamente.
Em Mossoró, o efetivo da Polícia Civil, que já era extremamente reduzido, vai ficar ainda pior. São 14 militares que trabalham nas principais unidades da cidade. Eles voltam nesta segunda-feira para o II Batalhão de Polícia Militar. A Delegacia Especializada em Narcóticos (DENARC) será a mais prejudicada com a decisão. Em seus quadros, são três policiais civis e quatro militares. "Caso seja realmente feita essa retirada, vou perder metade dos meus policiais. A Denarc e outras delegacias da região vão perder praticamente toda sua equipe", lamentou o delegado Denys Carvalho, da Denarc.
O comandante-geral da Polícia Militar no Rio Grande do Norte, coronel Francisco Araújo Silva, confirmou ao DE FATO na sexta-feira passada, 12, que a decisão de mandar retirar os militares das delegacias vai ser realmente cumprida, diferente do que havia sido dito pelo delegado regional de Mossoró, Francisco Edvan Queiroz, que acreditava na permanência dos PMs até que novos policiais civis fossem designados para suprir essas 78 vagas. "Para você ter uma ideia, em Assú os militares já foram retirados da DP. Na segunda, todos os 79 policiais terão de se apresentar", assegurou Araújo.
A utilização de policiais militares no exercício da atividade judiciária, que cabe à Polícia Civil, fere a legislação brasileira. À PM, cabe o trabalho de policiamento ostensivo, que tem caráter preventivo, já à Polícia Civil cabe a atribuição de investigar os crimes ocorridos. Nos seus cursos de formação, cada uma dessas polícias tem uma preparação específica, de acordo com sua atuação. "Eles vão trabalhar agora no policiamento ostensivo, que é a função constitucional da Polícia Militar. Com isso, teremos um aumento no policiamento de rua e, consequentemente, redução da violência", acrescentou.
A retirada de policiais militares, que complementavam o efetivo da Polícia Civil, vem no momento em que a estrutura da Polícia Judiciária é discutida devido ao possível afastamento de aproximadamente 400 policiais civis. 88 deles devem ser retirados, por força de uma determinação judicial, enquanto cerca de 300 vão se aposentar até o final deste ano. Hoje, o Estado tem pouco mais de 1.300 policiais civis, incluindo delegados, agentes e escrivães. O número ideal, de acordo com pesquisa feita pelo Sinpol, seria aproximadamente sete mil. A saída de 400 policiais representa perda de 30% do efetivo.
Saída é reivindicação dos policiais civis
A retirada de todos os policiais militares que trabalham nas delegacias de Polícia Civil do Rio Grande do Norte foi uma das pautas da última greve feita pelos agentes e escrivães da Polícia Civil no RN. Eles exigiram que a Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social retirasse os PMs e convocasse os civis, já aprovados em concurso público. Os PMs serão removidos, mas os novos policiais civis não serão chamados agora.
O Sindicato de Policiais Civis e Servidores do Itep (SINPOL) do RN defendeu durante a greve que a permanência dos policiais militares nas delegacias estaria prejudicando o trabalho investigativo, já que não é atribuição da PM, e dificultava a chegada dos novos policiais.
Sem os PMs, o Sinpol mostra a deficiência da Polícia Civil em todo o Rio Grande do Norte e "obriga" o Governo do Estado a convocar os cerca de 500 policiais já aprovados.
A utilização de policiais militares em delegacias de Polícia Civil é uma tradição antiga no Rio Grande do Norte, principalmente no interior do RN.
A maioria das delegacias das cidades interioranas não tem equipes de policiais civis e os militares são responsáveis pelo policiamento ostensivo e também pelas investigações, apesar de não ser uma atribuição sua.
Até alguns anos, os militares atuavam também como delegados de Polícia Civil, mas uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), maior instância judiciária do Brasil, obrigou o Governo do RN a colocar delegados de carreira em seus cargos. Os militares deixaram de ser delegados (só no papel) e os delegados de carreira foram os mais sacrificados.
Um delegado hoje responde por até 20 cidades diferentes no interior. Na teoria, os PMs não atuam mais como delegados, já que uma única pessoa trabalha em 20 cidades diferentes, mas na prática eles continuam como a única autoridade policial em determinadas áreas.
Hoje, a maioria das delegacias de Polícia Civil do interior é composta exclusivamente por policiais militares. Em Patu, por exemplo, existe apenas um policial civil. O restante da equipe é composta por militares.
Caso Milena; Laudo aponta que garotinha Milena morreu de traumatismo craniano

O laudo médico resultado na necropsia feita na noite de ontem (domingo), no Instituto Tecnico e Cientifico de Policia (ITEP) em Caicó apontou que a menina Milena Soares da Silva, 09 anos, não foi violentada sexualmente e a causa da sua morte foi trauma craniano encefálico. (Traumatismo Craniano).
A Policia Militar da cidade de Jucurutu passou toda a noite realizando buscas e colhendo informações para tentar identificar e prender o autor do barbaro crime que chocou a população de Jucurutu e toda a região do Seridó.
Um primeiro suspeito foi identificado pela Policia e ao ser ouvido informalmente negou participação na morte de Milena e foi liberado, ele será novamente ouvido na manhã de hoje.
Populares cercam a casa do suspeito temendo que ele deixe a cidade de Jucurutu.
Fonte: Eduardo Dantas
domingo, 14 de agosto de 2011
Emoção e revolta no sepultamento do Soldado Moura
Muita emoção marcou o sepultamento do Soldado João Paulo de MOURA, morto após ser covardademente agredido por três bandidos na Comunidade São Serafim no município de Canindé-CE. Cerca de 30 Policiais Militares do Rio Grande do Norte estiveram no enterro do companheiro, que teve honras militares em homenagem a sua atuação, que mesmo de folga, não se calou ante a injustiça.
Que Deus possa confortar sua mãe, que quase não teve força para ver seu filho ser enterrado e que essa barbaridade não fique impune na Justiça dos homens.
NINGUÉM MORRE ENQUANTO PERMANECE VIVO NO CORAÇÃO DE ALGUÉM.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
PF flagra francesa com 5,2 kg de cocaína no aeroporto Augusto Severo
Da redação do DIARIODENATAL.COM.BR
|
A ação aconteceu quando os policiais federais, em trabalho de rotina, entrevistavam a estrangeira. A bagagem da mulher foi submetida ao aparelho de raios X quando apresentou uma coloração diferenciada. Era cocaína e estava escondida dentro de dois grandes invólucros plásticos nas laterais externas de duas malas.
A acusada, que reside em Marseille, França, foi levada para autuação na Superintendência da PF e declarou que foi contratada em seu país por um “homem desconhecido” para se deslocar até Natal e aqui pegar a droga, que deveria ser entregue na cidade de Bamako, capital do Mali, na África. A suspeita disse ainda que recebeu a cocaína das mãos de um homem, que também não conhece, já devidamente camuflada nas malas em um hotel da praia de Ponta Negra, na zona sul de Natal.
Se tivesse chegado ao destino com a droga ela afirmou que receberia 10 mil euros de gratificação. Indiciada por tráfico internacional de drogas e, após submetida a exame de corpo de delito, a francesa, que possui antecedentes criminais e estava proibida de deixar o seu país, encontra-se custodiada nas dependências da PF. Durante esta sexta-feira será transferida para o Centro de Detenção Provisória de Parnamirim, onde deverá permanecer à disposição da Justiça.
Esta foi a maior apreensão de cocaína feita pela PF este ano no aeroporto Augusto Severo. Somente naquele terminal de passageiros, aproximadamente 10 kg da droga já foram apreendidos e cinco pessoas presas em flagrante, todas estrangeiras.
|
Se tivesse chegado ao destino com a droga ela afirmou que receberia 10 mil euros de gratificação. Indiciada por tráfico internacional de drogas e, após submetida a exame de corpo de delito, a francesa, que possui antecedentes criminais e estava proibida de deixar o seu país, encontra-se custodiada nas dependências da PF. Durante esta sexta-feira será transferida para o Centro de Detenção Provisória de Parnamirim, onde deverá permanecer à disposição da Justiça.
Esta foi a maior apreensão de cocaína feita pela PF este ano no aeroporto Augusto Severo. Somente naquele terminal de passageiros, aproximadamente 10 kg da droga já foram apreendidos e cinco pessoas presas em flagrante, todas estrangeiras.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
PMs de Currais Novos ficam sem "refeições" Cmt faz desabafo e diz que vai pedir exoneração
Comandante afirma que Policiais de Currais Novos tem que almoçar e jantar em casa
O Major Edilson que atualmente responde pelo comando da 3ª Companhia Independente de Policia Militar da cidade de Currais Novos concedeu entrevista a imprensa de Currais Novos e afirmou que deverá pedir exoneração do cargo que ocupa naquela unidade de Policia.
O Major Edilson relatou os problemas que a companhia vem enfrentando e disse ainda que a Policia Militar de Currais Novos contava com a ajuda dos Bancos da cidade para se sustentar e desde que a operação Batalhão Mall em Assu foi deflagrada essa ajuda foi suspensa devido as restrições judiciais impostas.
O Comandante disse que tentou viabilizar junto com o comando geral da PM um convênio com as agências bancárias de Currais Novos mais isso não foi possível e como a 3º CIPM não tem verbas vem enfrentando dificuldades para realizar um trabalho ostensivo de qualidade.
"Muitos comandantes do interior não falam, ficam calados, mais a gente tem que mostrar a realidade para não ser responsabilizado por atos de A e B". afirmou o major Edilson.
Ele continuou o seu desabafo e disse " Se quiser me tirar que me tire, não tem problema, eu estou para trabalhar na Policia Militar, pois são 25 anos de dedicação, onde cheguei como soldado, passei por Cabo, Sargento e segui uma carreira muita luta muito sacrifício e não devo nada a ninguém, devo só a sociedade e a Deus, porque trabalho pra ela e ninguém me deu favor pessoal para eu chegar onde eu cheguei".
Em um tom de preocupação do comandante tambem anunciou que uma redução no efetivo de serviço ostensivo e disse que o resultado disso já está sendo sentido com ações criminosas que vem sendo registradas.
"Muitas vezes os Policiais tem que almoçar e até jantar em casa, e no momento de um ocorrência se o motorista tiver em casa a viatura tem que ficar parada" . exclamou o major Edilson.
O Major Edilson tem uma longa ficha de serviços prestados a sociedade potiguar, estando na corporação desde 1986, já tendo comandado, o CPM do 4°BPM, Rádio Patrulha do 4°BPM, Companhia da guarda da penitenciária João Chaves, Rádio Patrulha do 5° BPM, 3ª CIPM, 1°DPRE, 2°DPRE, 3°DPRE, 5°GPRE e subcomandante do CEFAP e novamente 3ª CIPM desta vez como comandante.
O Major Edilson relatou os problemas que a companhia vem enfrentando e disse ainda que a Policia Militar de Currais Novos contava com a ajuda dos Bancos da cidade para se sustentar e desde que a operação Batalhão Mall em Assu foi deflagrada essa ajuda foi suspensa devido as restrições judiciais impostas.
O Comandante disse que tentou viabilizar junto com o comando geral da PM um convênio com as agências bancárias de Currais Novos mais isso não foi possível e como a 3º CIPM não tem verbas vem enfrentando dificuldades para realizar um trabalho ostensivo de qualidade.
"Muitos comandantes do interior não falam, ficam calados, mais a gente tem que mostrar a realidade para não ser responsabilizado por atos de A e B". afirmou o major Edilson.
Ele continuou o seu desabafo e disse " Se quiser me tirar que me tire, não tem problema, eu estou para trabalhar na Policia Militar, pois são 25 anos de dedicação, onde cheguei como soldado, passei por Cabo, Sargento e segui uma carreira muita luta muito sacrifício e não devo nada a ninguém, devo só a sociedade e a Deus, porque trabalho pra ela e ninguém me deu favor pessoal para eu chegar onde eu cheguei".
Em um tom de preocupação do comandante tambem anunciou que uma redução no efetivo de serviço ostensivo e disse que o resultado disso já está sendo sentido com ações criminosas que vem sendo registradas.
"Muitas vezes os Policiais tem que almoçar e até jantar em casa, e no momento de um ocorrência se o motorista tiver em casa a viatura tem que ficar parada" . exclamou o major Edilson.
O Major Edilson tem uma longa ficha de serviços prestados a sociedade potiguar, estando na corporação desde 1986, já tendo comandado, o CPM do 4°BPM, Rádio Patrulha do 4°BPM, Companhia da guarda da penitenciária João Chaves, Rádio Patrulha do 5° BPM, 3ª CIPM, 1°DPRE, 2°DPRE, 3°DPRE, 5°GPRE e subcomandante do CEFAP e novamente 3ª CIPM desta vez como comandante.
O SOLDADO MOURA NÃO RESISTIU E FALECEU ESTA TARDE
Infelizmente chegou a triste notícia que o milagre não veio, o Soldado Moura não resistiu e faleceu esta tarde no IJF em Fortaleza. Os policiais militares do Rio Grande do Norte estão de luto pela partida de mais um companheiro, que somente tentou evitar que uma covardia acontecesse e foi vítima dessa covardia de alguns bandidos.
João Paulo de Moura teve morte cerebral e a família e os amigos esperavam um milagre. Que Deus o guarde em um bom lugar ao seu lado. Que Deus possa confortar sua família e que todos saibam que isso jamais será esquecido.
NINGUÉM MORRE ENQUANTO VIVE NO CORAÇÃO DE ALGUÉM.
O ÚLTIMO JUGAMENTO DE UM POLICIAL
O policial apresenta-se diante de Deus, pronto para a última inspeção pela qual teria que passar.
Disse Deus:
- Um passo a frente, policial, como deverei julgá-lo? Fostes fiel à igreja? Destes o outro lado de sua face àquele que te ofendeste? Abençoastes teu irmão?
O policial, na posição de sentido, respondeu:
- Não, Senhor! Nós policiais nem sempre podemos exteriorizar nossos sentimentos. Na maioria do domingos estive cumprindo alguma escala e, por isso, não pude ir à igreja; muitas vezes afastei-me também de minha família. Algumas vezes precisei ser duro e até mesmo violento, mas entenda, Senhor, meu mundo é muito difícil, melindroso. Nunca peguei um tostão que por direito não fosse meu. Chorei por problemas que não eram meus e por pessoas que sequer me conheciam, mas o choro foi de emoção e de gratidão, pois queria um mundo melhor para todos, sem distinção. Senhor Deus, és Pai, e sei que me perdoas. Reconheço que não mereço estar na Sua glória, pois errei muito, mas se tiveres um lugar para mim, agradeço de coração. Luxo não preciso, não. E, caso não haja lugar para mim, saberei entender Sua vontade. Antes de Sua decisão, amado Deus, rogo para que vigies com carinho e cuidado aqueles que lá deixei, pois são pessoas que amo e que não mais poderei proteger.
Um silêncio paira no ar.
O policial, resignado, prostra-se aguardando o veredicto do Senhor, que diz:
- Teu corpo me serviu de alma e coração… amor, sentimento e dedicação. Fostes escudo para o teu próximo. Viveu em prol da vida. Portanto, vá e anda em paz pelo paraíso. O inferno já foi tua missão.
Polícia prende 20 pessoas em operação de combate ao tráfico
Uma operação de combate ao tráfico de drogas deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta quinta-feira, 11, prendeu 20 pessoas na cidade de Caicó, região Seridó do Rio Grande do Norte. Denominada de "Conexão", a ação da polícia ainda está ocorrendo e pode deter mais suspeitos. No total, foram expedidos 28 mandados de prisão preventiva e temporária, além de mandados de busca e apreensão.
Contando com aproximadamente 120 agentes, a Operação Conexão teve início nas primeiras horas da manhã. Cidades vizinhas a Caicó também tiveram a presença de policiais para a realização das prisões. As investigações do caso tiveram início há cinco meses pela Divisão Especializada de Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor). Hoje, o setor operacional da Delegacia Geral de Polícia (Degepol) prestou apoio aos agentes da Deicor no cumprimento dos mandados.
De acordo com o delegado José Carlos Oliveira, que está à frente do policiamento interiorano, os depoimentos colhidos e a investigação realizada por cerca de cinco meses permitiram a identificação de criminosos na região de Caicó. "O tráfico de drogas é algo bem presente e as prisões realizadas pela Deicor há algum tempo nos permitiram chegar às pessoas que estamos prendendo hoje", informou Oliveira.
As pessoas detidas estão sendo encaminhadas para a Delegacia de Caicó para depoimento. O cumprimento dos mandados permanecem ocorrendo durante a manhã desta quinta-feira na cidade.
Contando com aproximadamente 120 agentes, a Operação Conexão teve início nas primeiras horas da manhã. Cidades vizinhas a Caicó também tiveram a presença de policiais para a realização das prisões. As investigações do caso tiveram início há cinco meses pela Divisão Especializada de Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor). Hoje, o setor operacional da Delegacia Geral de Polícia (Degepol) prestou apoio aos agentes da Deicor no cumprimento dos mandados.
De acordo com o delegado José Carlos Oliveira, que está à frente do policiamento interiorano, os depoimentos colhidos e a investigação realizada por cerca de cinco meses permitiram a identificação de criminosos na região de Caicó. "O tráfico de drogas é algo bem presente e as prisões realizadas pela Deicor há algum tempo nos permitiram chegar às pessoas que estamos prendendo hoje", informou Oliveira.
As pessoas detidas estão sendo encaminhadas para a Delegacia de Caicó para depoimento. O cumprimento dos mandados permanecem ocorrendo durante a manhã desta quinta-feira na cidade.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
O Soldado Moura teve morte cerebral confirmada pelos médicos
O Soldado Moura (foto) teve morte cerebral declarada pela equipe médica do Hospital onde está internado, ele foi vítima de seis bandidos que estavam espancando uma pessoa na vaqueijada em uma comunidade da cidade de Canidé-CE.
O PM do Rio Grande do Norte foi tentar salvar a vítima das agressões e acabou levando uma paulada na cabeça e saiu em estado de coma do local. Os bandidos ainda levaram seu revolver e deram alguns disparos para o chão e para o alto.
O Soldado Moura foi transferido para Fortaleza, porém sua morte cerebral foi diagnosticada ontem (09/08) pelos médicos que o acompanham, ele ainda está vivo com a ajuda dos aparelhos mas seu estado é praticamente irreversível e somente um MILAGRE pode salva-lo.
QUE DEUS AJUDE O NOSSO COMPANHEIRO A SAIR DESSA E DÊ PAZ A SUA FAMÍLIA.
POLÍCIAS CIVIS DO RN E DA PB PRENDEM ELEMENTO DE UMA PERIGOSA QUADRILHA POTIGUAR EM UIRAÚNA
Por volta das 09h30min da manhã de ontem (09), as policias civis da Paraíba e RN efetuaram a prisão em flagrante do elemento conhecido por Alex da Silva, 24 anos, natural do Estado do Rio Grande Norte, que se encontrava em uma residência localizada a Rua São Vicente de Paula – s/n.

Segundo os populares residentes a mesma rua os elementos teriam alugado a casa em que Alex se encontrava á 15 dias atrás e só no último domingo é que ele e mais dois elementos vieram ocupar a mesma. No momento de alugarem a casa alegaram que eram crediaristas e que se encontravam a trabalho na região.
Hoje pela manhã numa ação rápida os policiais efetuaram a prisão do elemento acima citado e um revólver e uma moto Honda 150 Placa NFB 5456 de Água Nova – RN que se encontrava dentro de uma TV. Segundo o setor de inteligência da Polícia Civil local informou a nossa reportagem que os referidos elementos já efetuaram um total de 08 assaltos a agencias dos correios no vizinho estado do RN: Marcelino Vieira; Almino Afonso; Luis Gomes; Porta Alegre; Tabuleiro Grande. No Ceará: Limoeiro do Norte e na Paraíba: Bom Sucesso. E o motivo da estadia deles aqui em Uiraúna seria assaltar a agência dos correios de Uiraúna.
Vale ressaltar que o grupo como já foi informado pela nossa reportagem é formado de três elementos sendo que no momento da prisão os outros dois se encontravam em lugar até agora ignorado pelos policiais que estiveram em ação, um deles sendo conhecido por Diassis e o outro cujo nome ainda não é conhecido.
Em seguida a prisão o elemento foi conduzido para a delegacia local e será recambiado para a cidade de Pau dos Ferros no Estado do Rio Grande do Norte onde ficará a disposição da justiça daquele estado.
Montagem fotos: Paulinho Filho.
ELEMENTOS ATIRAM EM CARRO DENTRO DE GARAGEM NA NOITE DE ONTEM (09/08) EM ASSU
Ontem (09/08) por volta das 22:20h elementos atiram em um veiculo corsa que estava dentro de garagem na rua Moisés Cesion, centro de Assu, mais precisamente próximo ao cemitério São João Batista.
Informações colhidas no local é que dois elementos em uma moto teriam chegado e o garupa desceu foi até o portão da garagem e efetuou vários disparos contra o veiculo.
Segundo informações do proprietário do veiculo a pessoa conhecida por Ubaldo, 42 anos mototaxista em nossa cidade é que, considera este ato crime criminoso como uma tentativa de homicídio.
A polícia fez diligências na tentativa de localizar e prender os meliantes, mas não obtiveram êxito.
Fonte: Focoelho
terça-feira, 9 de agosto de 2011
ALCAÇUZ REVIVE LANCES DO ANTIGO CALDEIRÃO DO DIABO
Sem viaturas e armamentos, agentes penitenciários não conseguem estabelecer uma rotina padrão e evitar crimes dentro da unidade.
A maior penitenciária estadual do Rio Grande do Norte não é mais um modelo de segurança máxima. Treze anos se passaram desde a inauguração da construção em Nísia Floresta e as histórias de violências no interior da unidade começam a se agravar. Brigas, decaptações e mortes por armas de fogo passaram a fazer parte da rotina, resgatando lances do antigo Caldeirão do Diabo.
O que acontece em Alcaçuz? Para responder a essa pergunta, a equipe do Portal BO passou um dia dentro do presídio, acompanhando de perto a rotina. De cara, foi possível observar a insatisfação dos agentes penitenciários. A maioria reclama da falta de condições de trabalho e estrutura para dar conta dos mais de 700 presos.
Para se ter uma ideia, os agentes dispõem apenas de dois revólveres velhos, duas espingardas calibre 12 e coletes vencidos. Para se proteger, eles se veem obrigados a comprar pistolas com recursos próprios. A situação precária não para por ai. A unidade também carece de automóveis. Um dos agentes conta que em caso de doenças, os presos são conduzidos em veículos particulares.
“Os agentes é que estão dando condições de trabalho ao Estado, quando deveria ser ao contrário”, diz um dos agentes. Outro deles fala: “Isso aqui é o quintal, onde o governo esconde o lixo. Só estão investindo na Polícia Militar porque é como se fosse a sala de estar, é o que as pessoas veem na rua. Já as penitenciárias estão abandonadas, porque ninguém vem aqui ver”.
O sentimento de abandono também é sentido pelos presos, que ao perceberem a presença de uma equipe de reportagem começaram a gritar e reclamar. Como de costume, falaram mal da alimentação, mas também destacaram a existência de uma fossa aberta no meio de um dos pavilhões.
Diante da situação degradante, os agentes chegam a temer ações mais fortes por parte dos presos. No Pavilhão 1, por exemplo, comenta-se que existem pelo menos duas armas escondidas entre os presos. “Não temos como fazer uma revista lá com poucos agentes e sem equipamento. É muito arriscado”, revela um dos agentes.
Durante o dia, os agentes penitenciários ainda conseguem entrar no Pavilhão 1. O Portal BO acompanhou uma dessas entradas para retirada de um preso. O local está totalmente depredado e, realmente, vulnerável a uma rebelião. Em cada uma das celas existem buracos, por onde os presos conseguem sair à noite e circular livremente pelos corredores.
Por esse motivo, a sensação que se tem é de que a qualquer momento eles podem promover uma grande rebelião ou fuga em massa. Além disso, o risco de acerto de contas entre os próprios presos é constante. Durante a presença do Portal BO na recepção de Alcaçuz, um detento que havia sido agredido por outro detento conversava com a esposa.Ele apresentava marcas de espancamento no rosto e nos braços. O diretor da penitenciária, Wellington Marques, comenta que esse tipo de situação foge do controle dos agentes. Mesmo assim, a direção adota algumas medidas para impedir conflito entre presos inimigos.
Ex-policiais militares, por exemplo, não podem ficar dentro de pavilhões. Sendo assim, eles acabam dormindo onde funciona o Setor Médico, que, na verdade, foi adaptado para comportar vários presos. Além dos ex-policiais militares, as celas do Setor Médico abrigam presos responsáveis por crimes de grande repercussão, como Osvaldo Pereira Aguiar, condenado pela morte e esquartejamento da menina Maisla Mariano.
“Ficar responsável pela custódia de ex-policiais militares é uma preocupação que não deveríamos ter. Era pra termos um local especifico para esse tipo de preso. Sempre encontramos dificuldades para abrigar um ex-policial e manter a ordem dentro do presídio”, ressalta o diretor.
Sobre a reestruturação da unidade, Wellington Marques informa: “o secretário de Justiça, Thiago Cortez, fez uma licitação para conseguir armas. No entanto, isso depende da burocracia do governo e isso é muito difícil”. Atualmente, o presídio não dispõe de veículo e o diretor resolve os problemas da unidade no próprio carro.
Retirado do blog da Soldado Gláucia
FONTE: Portal BO
Assinar:
Postagens (Atom)






